sábado, 5 de dezembro de 2009

Concurso de redação: o direito de ter uma família

Só deu Colégio Líder no concurso de redação promovido pelo CEJA - Comissão Estadual Judiciária de Adoção - órgão da Corregedoria Geral da Justiça do Estado, no III Concurso de Redação sobre adoção, com o tema “O Direito de ter família”, destinado a estudantes de escolas públicas e particulares da região metropolitana de João Pessoa.

O concurso que contou com a participação de mais de 50 escolas premiaria duas categorias de alunos do Ensino Fundamental, sendo a primeira do 6º ao 7º ano e a segunda, do 8º ao 9º. Cada escola poderia concorrer com apenas uma redação por categoria.


Para nossa alegria, Ana Caroline Silva Bezerra, do 7° ano manhã, e Thaynná Pereira de Farias, do 8° ano manhã, ficaram em 1° lugar.

Parabéns, meninas!
Vocês são D+!!!


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Os Três Porquinhos cobradores de impostos



Todo mundo conhece a história Os três porquinhos. Mas, vejam só uma versão bem diferente desses personagens criada pelo aluno Igor do 6° ano/tarde. Imperdível!








Os Três Porquinhos cobradores de impostos




Havia numa floresta muito distante um lobo que atrasava todas as suas contas de energia. Um dia a Florergisa (Energisa da floresta) decidiu que deveria enviar os três porquinhos cobradores de impostos. E assim o primeiro cobrador foi à casa do lobo que era feita de palha, então ele bateu na porta e disse:
-Lobo, pague suas contas ou eu vou derrubar sua casa com minha máquina ZX20858T4000SX2220245314190000(aspirador de pó apropriado para palha).
-Com o que?
-Com minha máquina ZX20858T4000SX2220245314190000.
-Então tenta!
VOOOOOOOOOOOOOOSSSHHHHHH!!!!!!!
Em um piscar de olhos a casa havia sido destruída, mas o lobo correu para bem longe e o porquinho não conseguiu alcançá-lo por causa da sua gordura extra.
Então, o lobo construiu uma casa de madeira, mas a Florergisa não desistiu e mandou outro porquinho. Ele foi à nova casa do lobo, bateu na porta e disse:
-Ou paga ou sua casa será devorada por 4000 cupins iraquianos que eu trouxe dentro de um pote!
- KKKKKKKKKK!!!!! - O lobo caiu na risada. E então:
NNHOOOOOOC!!!!!!!
A casa foi devorada pelos cupins e mais uma vez o lobo sai correndo.
-Que emprego você foi me arranjar, hein Igor? (autor da história)
- Foi a melhor ideia que eu tive! A Chapeuzinho está de ferias, a Cachinhos dourados estava fazendo uma propaganda da SEDA. Então eu pensei em vocês!
-HUNF!!
Ao longo da corrida o lobo pensou, pensou, pensou, pensou...
-Termina logo essa frase!!
... pensou e disse:
-Vou construir uma casa de tijolos.- E assim fez.
E então chegou o terceiro cobrador de impostos e gritou:
-ABRA A PORTA, LOBO!!!!!!!
E o lobo não disse nada. Mas como o porquinho era esperto resolveu entrar pela chaminé. Enquanto o porquinho subia no telhado o lobo pensou:
- Eu vou olhar a arma que ele trouxe lá do telhado, mas tenho que subir pela chaminé.
Quando o porquinho olhou dentro da chaminé viu o lobo entalado lá embaixo, foi aí que ele se lembrou que tinha uma caixa de fósforos e então acendeu um e jogou dentre da chaminé e aí:
-AAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!!!!!!!!!!
E depois daquilo o lobo foi preso.
Mas a historia não acaba aí: o porquinho ganhou uma medalha de honra e ficou super famoso e foi entrevistado por vários jornais. E todos viveram felizes para sempre, menos o lobo queimado:
-Eu preferia que fosse só o caldeirão!!


Abraços e boas férias!!!!!!!!
Igor de Araújo 6° tarde

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Os 7 pecados das apresentações em Power Point


1o. Pecado: Tamanho da fonte não pode ser nem muito grande, nem muito pequena. Recomenda-se que se use um intervalo entre 24 e 40.

2o. Pecado: Tipo de fonte inadequada. As fontes que dão melhor leitura são Arial, Helvetica e Tahoma.

3o. Pecado: Fundos e fontes. Fundo escuro combina com fontes claras e vice versa. É preciso ter contraste.

4o. Pecado: Excesso de texto no slide. No máximo 6 linhas por slide. Recomenda-se o uso de tópicos (“bullet points”) de 8 a 10 palavras por tópico

5o. Pecado: Falta de qualidade das imagens. Recomenda-se arquivos do tipo .wmf. Nunca distorcer imagens.

6o. Pecado: Excesso de “firulas”. As melhores apresentações são as mais discretas. Animações, ruídos, etc. têm que fazer parte do contexto da apresentação.

7o. Pecado: Slide sem espaço livre. É interessante deixar pelo menos 20% do espaço nas bordas do slide sem informação.

Lembrando sempre que “a estrela da apresentação tem que ser você e não o PowerPoint”
Fonte: UOL Tecnologia [via Blog do Flávio Botana]

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Amigo secreto postal


Atenção, galera do 7° ano!


A nossa atividade de fim de ano é a seguinte: em classe, cada um recebeu por meio de um sorteio o nome e o endereço de um colega.
Cada um deve escrever uma carta ou um cartão de natal para o colega que sorteou e enviar pelos correios.

Não esqueça que a carta deve conter as características de uma correspondência: local e data, saudação, desenvolvimento, despedida e assinatura.

Quem me tirou, capriche no visual!!!
muitos beijos!!!


terça-feira, 17 de novembro de 2009

Relações entre textos: 9° ano

Oi, pessoal!!

Em classe, lemos dois poemas de diferentes
épocas, mas que conversam entre si: Satélite, de Manuel Bandeira e Plenilúnio, de Raimundo Correia. Ambos tratam do mesmo tema e, o de Bandeira deixa explícito o seu diálogo com quem o antecedeu.

Observamos, ainda, que Raimundo Correa, poeta romântico e parnasiano, expressa a idealização da natureza, emprestando-lhes atributos humanos, o que faz parte do ideário literário do Romantismo e do Parnasianismo. Em Satélite, Manuel Bandeira se contrapõe a essa concepção como representante do ideário modernista da literatura brasileira.

Agora, é a vez de vocês: Escolham um ser, objeto ou fenômeno natural e criem dois textos. No primeiro, caracterizem o objeto de maneira realista, sem fantasias; no segundo, deem ao texto um tom sentimentalista e faça uso de figuras de linguagem para caracterizar o objeto escolhido.


Abaixo, os melhores textos produzidos em aula. Boa lei
tura!

A Dona Branca
A camada de pó divina, bela e misteriosa, deitando-s
e sobre os artefatos preciosos da nossa memória. Ela estará sempre lá, por toda a eternidade, não importa o quanto você tente livrar-se dela. Quase que majestosamente, ela mergulhará itens em lindas trevas brancas, de maneira quase maternal e protetora, não importando a idade de seu protegido: seja uma foto antiga daquele ente querido, seja um computador de última geração. A dona branca não possui preconceito algum. Seus braços estarão sempre abertos para acobertar a tudo e atiçar os mais sensíveis narizes.

A poeira
A poeira nada mais é que uma camada de pó que se acumula sobre os objetos. É extremamente inútil e sem propósitos, cuja única função clara é causar alergias e trazer ma
is dores de cabeça aos maníacos por limpeza. Não faz nenhuma diferença no mundo, sequer faria falta se desaparecesse definitivamente.

Isabor M. Quintiere





Azar em quatro patas
Sete anos de azar
Divididos em quatro patas
Difícil é escapar
De tantos gatos e gatas

Animal de fama ruim
Seja de raça ou vira-lata
Se for preto do inicio ao fim
A sua sorte ele mata.

Lucas Soares



Simplesmente gato
Sem mistério, um simples gato
Siamês, angorá ou vira-lata
Bicho de quatro patas
Só mais um bicho de quatro patas

Rabo que balança sem sedução
Incomoda, acha que me chama atenção
Nada, é só um gato
Só mais um gato

No meio de tantos mitos
Finge ter sete vidas
Engana os olhos daqueles
Que acreditam em suas mentiras.

Gato, simplesmente gato.

Maria Alencar Barreto

O mar

Sempre majestoso, espelho azul

Às vezes alto, fundo, imprudente

Às vezes baixo, raso, tranquilamente

Com suas ondas faz todo um espetáculo, de norte ao sul.

Ao cair da noite, se transforma em escuridão

Se mistura com o céu estrelado

Em sintonia, como em uma bela canção

Mar dos apaixonados, mar dos solitários, mar querido.

Mar

Mar, vaso sanitário do mundo

Depósito de lixo, depósito imundo

Sua cor verde-azul é uma mistura salina

visivelmente, só porcaria.

Mar, daqueles que não sabem preservar

Que matam, poluem, destroem

Que simplesmente não se pode confiar

Mar de perigos, mar de mal-educados, mar poluído.


Juliane Rolim

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Textos prescritivos - 8° ano

Entre os textos que orientam ou levam o leitor a agir de certa maneira estão as leis e regulamentos.
Em classe, estudamos alguns fragmentos da Constituição Brasileira, do Estatudo da Criança e do Adolescente - ECA - e do Estatuto do Idoso.

Como atividade, vocês deveriam escrever uma lei que regulamentasse o comportamento em sala de aula e, confesso, fiquei surpresa com o tamanho do rigor!

Abaixo, segue um dos textos que ficaram muito bons, do aluno Lucas Barbosa do 8° ano/manhã.

Regulamento da classe do Oitavo ano manhã

Eu, Lucas Barbosa Magalhães, faço saber que a classe decreta e eu sanciono as seguintes leis:

Título I
Horário de chegada e de saída

Art.1º. Todos os alunos devem chegar pontualmente às sete horas da manhã.
Art.2º. Os alunos que chegarem com mais de dez minutos só entraram com a permissão do professor na segunda aula e levaram uma notificação.
Parágrafo único. Os pais dos alunos que se atrasaram podem justificar o atraso e se o motivo for justo o aluno não sofrerá penalidades.
Art. 3º. Os horários de saída devem ser cumpridos, a não ser que algum aluno necessite ir para casa mais cedo por motivos justificados pelos pais.

Título II
Uso do Uniforme

Art.4º. É obrigatório o uso do uniforme completo (camisa, bermuda ou calça e tênis) nos dias de aula.
Parágrafo único. Caso o aluno não compareça com o uniforme completo, ele deverá ter um bilhete dos pais ou responsáveis justificando a falta do uniforme. Se o aluno não estiver com o bilhete em sua agenda será punido com uma advertência.
Art.5º. O aluno que estiver machucado não precisa usar o uniforme completo, desde que seus pais confirmem que ele não pode usar o uniforme fazendo contato com a escola.

Título III
Uso de eletrônicos em sala de aula

Art. 6º. É proibido o uso de qualquer aparelho eletrônico em sala de aula.
Art. 7º. O professor poderá confiscar qualquer aparelho (que não foi pedido pelo professor) em cima das carteiras. Este eletrônico só será devolvido aos pais do aluno, que será notificado.
Parágrafo único. Os alunos que precisarem estar com celulares em sala de aula, desde que este esteja desligado ou silencioso e se precisarem atender uma ligação importante poderam sair da sala de aula temporariamente.

Título IV
Comportamento

Art. 8º. Um aluno pode levar até três reclamações do professor a cada dia. Se as reclamações ultrapassarem este número, o aluno será mandado para diretoria, que será obrigada a ligar para os seus pais.
Art. 9º. Quando um aluno estiver atrapalhando a aula o professor deverá tirá-lo de sala e mandá-lo para a diretoria, onde ele ficará fazendo atividades durante a aula e o intervalo.
Art. 10º. Se um aluno levar mais de três advertências do professor, a diretoria será obrigada a suspendê-lo por três dias.
Art. 11º. O aluno que levar quatro suspensões será chamado para uma reunião, onde os pais devem vir conversar com a diretoria da escola. Se a conversa resolver o problema ele não será expulso, mas se o aluno continuar com o comportamento ruim será expulso.

Título V
Atitudes na classe

Art. 12º. É proibido desrespeitar os colegas de classe. Qualquer atitude de bullying será punida com advertências, suspensões e até uma expulsão.
Art. 13º. As brigas entre colegas serão punidas com uma reunião com os pais dos alunos que brigaram e tarefas extras por duas semanas.
Art.14º. Qualquer aluno que sujar a sala de aula será obrigado a limpar e deixar a sala no estado em que ela estava.
Art.15º. Qualquer aluno que colar ou passar cola na hora da prova, terá sua avaliação tomada e não terá a reposição nem a recuperação, no caso de estar com média baixa.

Intertextualidade - 6° ano

Vocês conhecem bem a história da Chapeuzinho Vermelho, aquela menina que encontra com um lobo no caminho que escolheu para a casa da vovó.



Agora, apresento a vocês outras versões que dialogam com essa mesma história para a gente discutir em classe como elas se identificam ou se distanciam do conto original.

Fita verde no cabelo - Guimarães Rosa




O Lobo Mau e o Chapeuzinho Vermelho - Gilles Eduar
- Bom dia, Lobo Mau.
- Bom dia, Chapeuzinho.
- Vamos para casa da minha vó?
- Eu é que não!
- Vamos lá, estou levando uma torta.
- Já conheço essa história.
- E então?
- Melhor não.
- O Caçador vai estar lá.
- E você quer que eu vá?
- Se você não comer ninguém ...
- Agora só como verdura com tofu.
- E torta?
- Pode ser.
- Vamos apostar uma corrida?
- Não, vamos andar juntos.
- Você tem medo?
- Não quero virar defunto.
- O Caçador abandonou a espingarda dele.
- Ele não caça mais?
- Não. É namorado da vovó.
- Ela gosta de animais?
- Que nem eu gosto de você.
- Então vamos, coração.
- Vamos, dê-me sua mão.

Chapeuzinho Amarelo - Chico Buarque


Magali em Chapeuzinho Vermelho

MOCAC 2009 - Paraíba sim senhor!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Suíte do pescador e O mar

Ambas as canções pertencem ao compositor Dorival Caymmi.




terça-feira, 27 de outubro de 2009

Diálogo entre textos - 8° ano

Olá, pessoal!

Em classe, lemos a crônica Protesto tímido e nela percebemos uma intertextualidade implícita com o poema O bicho de Manueal Bandeira e uma intertextualidade explícita com um texto de Drummond
"A flor não nasceu para decorar a casa, embora o morador pense o contrário.
A guerra assume tantos disfarces que às vezes é chamada de paz.
A injustiça não se resolve.
A sombra do mundo errado
murmuraste um protesto tímido.
Mas virão outros.
A justiça é tão falível que ela própria se encarrega de reformar suas decisões.
A liberdade é defendida com discursos e atacada com metralhadoras."

Abaixo, segue o poema e um vídeo que também utiliza o texto de Bandeira como expressão de um sentimento de impotência diante da fome.

Vejam e reflitam!

O bicho
vi ontem um bicho
na imundície do pátio
quando achava alguma coisa
não examinava, nem cheirava:
engolia com voracidade
o bicho não era um cão
não era um gato
o bicho não era um rato
o bicho, meu Deus
era um homem

sábado, 12 de setembro de 2009

Escritores paraibanos

Olá, 9° ano!

Para ajudar vocês a escrever uma dissertação sobre Augusto dos Anjos e José Lins do Rego, segue nesta postagem algumas considerações sobre algumas obras desses autores.

Como vimos em sala, o poeta Augusto dos Anjos tinha uma visão pessimista do ser humano e sobretudo uma visão científica da nossa existência sobre a Terra.
Seria bem interessante fazer um texto que refletisse um pouco sobre essa característica da sua personalidade, questionando ou concordando com ela. Se quiser, comece com um de seus versos e escreva seu texto lembrando também da sua trajetória de vida. Outra sugestão seria escrever sobre o autor usando um vocabulário científico como ele mesmo gostava de escrever.



quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Diálogo entre textos



Lucas Quintans, 8° manhã, produziu o texto abaixo fazendo uma leitura do quadro Os pobres na praia de Pablo Picasso (1903).
Seu poema interpreta e dialoga com a obra carregada de impressões do famoso pintor.

Parabéns, Lucas!


Pobres à beira-mar

Vejo pessoas sofrendo
nos olhos, a fome
e é assim que vão vivendo
há dias o filho não come

Refugiam-se à beira-mar
a mãe sempre a perguntar:
Será que Deus vai nos ajudar?
todos com sofrer no olhar.

O pai perdeu o emprego
nas mantas procura aconchego
porém, todos sentem frio
todos num mundo vazio.

E lá vai a família
numa madrugada fria
e assim vão caminhando
mesmo sofrendo estando.


terça-feira, 1 de setembro de 2009

ADOTE!

UMA CRIANÇA PRECISA
TER UMA FAMÍLIA
ADOTE!

ELA FICA TRISTINHA
SEM UMA FAMÍLIA
ADOTE!

SE VOCÊ ADOTAR
PRESTE MUITA ATENÇÃO
NÃO ESCONDA A ORIGEM DELA
NÃO,NÃO,NÃO,NÃO

A CRIANÇA
GRANDE OU PEQUENA
TEM QUE SER ADOTADA
MESMO SENDO ALEIJADA

UMA CRIANÇA
PRETA OU BRANCA
TEM QUE SER BEM CUIDADA
COMO UM GATINHO DE CASA

ELA FICA FELIZ
QUANDO ESTÁ EM CASA
PORQUE LÁ
ELA É BEM TRATADA.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Uma história de adoção

Vamos começar?
Pois minha história eu vou contar
Logo quando eu nasci
Minha família não me quis.

Minha mãe me abandonou
E no orfanato me deixou
Quando nós chegamos, ela me jogou no chão
Sem dó nem compaixão.

Ninguém queria me adotar
Ninguém queria me amar
Ninguém queria ser minha amiga
Então comecei a ficar depressiva

Comecei a me isolar
E todo dia a me trancar
Só para poder chorar
E ninguém me perturbar

Mas num dia
De grande alegria
Um casal me adotou
E eu dei tchau a dor

Hoje eu sou feliz
Com a vida que Deus deu para mim
Porque o casal que me adotou
Me criou com muito amor.

Viviane Vinagre 6° ano/tarde

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Adotar é para sempre




Cauê e Ismael - 6° ano / manhã
Adotar é procurar atender às necessidades da criança que está sendo adotada e não deve ser um mecanismo para atender aos desejos e necessidades dos pais que adotam.
Pensando desssa forma é que vai se diminuir o número de casos de crianças que são devolvidas aos abrigos e sentem a tristeza do abandono mais uma vez.

Maurício - 8° ano/tarde


Adoção: o direito de ter uma família!

Hoje em dia, está muito difícil adotar crianças. Além das filas de espera serem muito grandes, a maioria dos futuros pais querem um determinado tipo de criança: meninas brancas com menos de 1 ano de idade. E as que não se encaixam nesse padrão ficam em instituições, abandonadas.
Mas todas as crianças, pretas ou brancas, menino ou menina, têm o direito de ter uma família! Mesmo sendo boas, as instituições não ocupam o lugar da família. E essas crianças e adolescentes ficam lá até completarem a maioridade. A maioria delas, quando cresce, fica na rua, abandonada, com frio, fome, querendo o carinho que nunca tiveram.
Essas crianças só querem ser amadas por uma família e serem felizes ao lado deles. (Ana Beatriz - 6° ano/manhã)


Adotado


No orfanato eu dizia
quanta criança podia
ter uma família e uma moradia.

No orfanato eu ficava a pensar
quem será que vai me adotar?
quem vai me amar?
Como será meu lar?

Agora eu sei como é ter família
seri como é ser amado
ter pai e mãe ao lado
Hojé, é só alegria!

Ian Assis - 8° tarde

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Repente da adoção

No Brasil, pra adotar
tem que ter maioridade
e no mínimo dezesseis anos
de diferença da sua idade.

Existem nesses abrigos
crianças abandonadas
que desejam ter um lar
com uma família animada.

Pessoas gentis e boas
procuram filhos pra criar
elas ficam mais felizes
por ter um rebento para amar.

A pessoa que, no abrigo,
uma vez lá vai para ver
se comove com as crianças
sem um lar para viver.


Kelvin e André - 6° ano tarde

sábado, 15 de agosto de 2009

O contador de histórias

A vida de Roberto Carlos Ramos é o tema do filme O contador de histórias.

Roberto foi adotado aos 13 anos, depois de ter passado sete anos vivendo entre as ruas e a Febem (Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor). Certamente nenhuma das histórias que ele conta se compara à história de sua vida, marcada pelo abandono e pela oportunidade dada por meio da adoção.
Não perca a oportunidade de ver esse filme em uma das telas de João Pessoa.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O direito de ter família



Olá, meu povo!

O título dessa postagem é tema do III concurso de redação promovido pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, que tem por objetivo estimular o pensamento, a pesquisa, a criatividade e o raciocínio de alunos das escolas públicas e privadas sobre os direitos e a necessidade de uma criança ou adolescente pertencer a uma família.

Nossa escola pode enviar duas redações: uma entre os alunos de 6° e 7° ano e outra entre os alunos de 8° e 9° ano.

A redação (texto dissertativo, narrativo, descritivo ou poético) deverá ser original, inédita, criativa, coerente, pertinente ao tema, com ideias e vocabulários compatíveis a sua categoria.

O texto deverá ter entre 20 e 25 linhas.

A redação será feita em sala de aula na data a ser agendada.

Enquanto isso, todos os alunos estão mobilizados para pesquisar e discutir sobre a adoção.

Na próxima sexta-feira, dia 21, teremos uma palestra com representantes de uma ONG que nos permitirá compreender muitas questões sobre o assunto da adoção em nosso estado.

A charge acima foi produzida pelos alunos Pedro e Eugênio, 9° ano, e nos leva a refletir sobre o grave problema da devolução de crianças adotadas.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

PRÊMIO TOP BLOG

Top Blog Prêmio é um sistema interativo de incentivo cultural criado no ano de 2008 pela MIX Mídia Digital (Doravante denominada TOPBLOG), destinado a reconhecer e premiar, mediante a votação popular e acadêmica (Júri acadêmico TOPBLOG), os Blogs Brasileiros mais populares, que possuam a maior parte de seu conteúdo focado para o público brasileiro, com melhor apresentação técnica específica a cada grupo e categoria descritos neste regulamento.

O objetivo do Top Blog Prêmio é promover, divulgar e patrocinar a iniciativa dos proprietários de blogs que interagem socialmente pela rede internet com finalidade de compartilhar seus conhecimentos, idéias, experiências e perspectivas, contribuindo solidariamente com o desenvolvimento social e cultural do País.






A votação é gratuita e somente pode ser realizada por meio do site http://www.topblog.com.br. do dia 04/05/09 às 02:00am até 11/08/09 as 11:55pm

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Infinitamente hifenizado

Não existe no meu vocabulário
Ex-amigo, ex-filho, ex-amor
São apenas para mim
Palavras limpas e cheias de dor
É um superexplosão de sentimentos
Que não se separam, nem desgastam
Até o super-homem tentou
É algo sub-humano, permanecer no engano
De achar que o sentimento do coração humano
Tomará apenas o vice-lugar

Amigo, filho e amor
Sublimes, insubstituíveis, inseparáveis
Pré-escritos no coração de alguém
Atrapalham o pós-operatório
De pacientes subsequentes
Que vão obter o mesmo órgão
De um ser anterior

Um poema auto-suficiente
Para se opor a uma ideia maxi-humana
De que as palavras
Exprimem sentimentos inteligentes
Somente a partir de acordos ortográficos


Maria Alencar - 9° ano

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Reforma ortográfica do 9° ano

Mudanças ortográficas no controle aéreo
Felipe


O presidente e a reforma ortográfica

Thalles Pinheiro



Acento ou assento?

Lucas Soares





terça-feira, 2 de junho de 2009

Carta vencedora da fase estadual do concurso de redação

Esta é a carta que representou o estado na Paraíba na fase nacional do concurso de redação de cartas, promovido pelos Correios.
Parabéns, Ariane! Continue se esforçando!
São Paulo, 25 de fevereiro de 2009.

Queridos Pai e Mãe,

Quantas saudades! Depois de tanto tempo sem dar notícias, escrevo para contar o começo da minha história e como estou vivendo aqui em São Paulo.

Agora, estou muito bem aqui, mas nem sempre foi assim. Enfrentei muitos problemas logo quando cheguei, depois a vida foi melhorando para mim, pois nunca me esqueci dos conselhos que recebi.

Assim que cheguei aqui em São Paulo fui assaltado e levaram o pouco dinheiro que restava. Neste dia, tive que dormir na rua, pois estava sem o dinheiro para pagar uma pousada. Sofri muito preconceito, pelo fato de ser negro e nordestino. Não encontrei nenhum emprego decente, por isso comecei trabalhando em condições precárias.

Meu primeiro trabalho era em uma pequena fábrica de sabonetes. Estava morando no local de trabalho e recebendo por peça fabricada. Era muito ruim por que era trabalho manual e precisava de muita concentração, coisa que eu não era muito bom. Trabalhava em lugares de péssimas condições, arriscado a pegar muitas doenças devido a materiais tóxicos que estavam expostos todos os funcionários. Eu trabalhava doze horas por dia, sem ganhar horas extras e não tinha nenhum benefício, pois não tinha carteira assinada. Ganhava alguns trocados com os bicos que fazia. Só passei cinco meses, pedi demissão, pois não aguentava mais aquela vida.

Depois de adquirir experiência neste trabalho anterior, comecei a trabalhar com salário fixo, como operário, em outra pequena fábrica, mas ainda sem carteira assinada. Trabalhava dez horas por dia ganhando horas extras. Também não passei muito tempo neste emprego, pois a fabrica faliu. No tempo que passei desempregado comecei a pensar em vocês, em como vocês estão vivendo aí com o pouco dinheiro que mando. Depois da fábrica ter falido não consegui mais emprego. Depois de três meses, resolvi voltar para Paraíba, com o dinheiro que tinha juntado para mandar para vocês, pois achava que não iria mais conseguir um emprego.

Estava prestes a voltar para casa, quando conheci o seu João, dono de uma pequena rede de supermercados. A partir daí, a minha vida começou a mudar. Contei a ele tudo o que havia acontecido comigo e ele me convidou para ser um funcionário de uma de suas filias. Como ótimo funcionário (aquele atencioso, que não falta nenhum dia), não demorou muito tempo e ele me convidou para ser supervisor. A partir daí, terminei o ensino médio, fui fazendo cursos profissionalizantes e até de idiomas. A rede de supermercados do seu João foi crescendo, com isso fui promovido a gerente. Estou morando aqui na capital, com boas condições de vida: plano de saúde para toda a família, carteira assinada e outros benefícios. Tudo o que tenho hoje devo ao seu João, que acreditou em minha capacidade e não apenas explorou minha mão-de-obra. O trabalho que ele me deu realmente mudou a minha vida.

Conforme fui elevando meus conhecimentos, fui melhorando as minhas condições de vida. Graças ao meu primeiro trabalho digno, hoje sou gerente de uma famosa rede de supermercados.

Com péssimas condições de trabalho, a minha vida se tornava mais difícil, com vários obstáculos, ficava desanimado, sem coragem para enfrentar os obstáculos que vinham pela frente. Por estes e outros problemas que muitas pessoas não mudam de vida.

Mas, eu não abaixei a cabeça, enfrentei todos os obstáculos que vieram pela frente. Hoje, com boas condições de trabalho, minha vida melhorou e muito. Se antes ficava muito preocupado, com medo da falta de perspectiva para o futuro, hoje não fico mais.

Pai e Mãe, estou com muitas saudades e junto a esta carta estou enviando as passagens para vocês virem me visitar. Não vejo a hora de encontrá-los!

Saudades, de seu filho

Antônio.

Crônica

Ele merecia ter uma chance

Um dia eu estava em um banco, fui sacar dinheiro. Estava retirando o dinheiro quando entraram três caras com revólver, mandando todos para o chão. Eles mandaram que todos entregassem celular, dinheiro, objetos de valor, etc. Na mesma hora que os ladrões falaram “todos para no chão”, corri para um lugar atrás de uma mesa, ninguém me viu.
Como eu era militar sempre andava com um revólver nas costas. Resolvi andar bem devagar em direção à porta da saída para chamar o segurança e desarmar um dos ladrões. Como eram três, ele pegaria um e eu, os outros dois.
Como eu tinha mais experiência nesses casos de assalto, chamei-o sem ninguém desconfiar. No momento em que eu e o segurança do banco fomos desarmar os bandidos, um deles atirou no segurança. Este ladrão estava observando todos os nossos movimentos por um espelho. Na mesma hora em que o bandido atirou no segurança, atirei nos outros dois bandidos que caíram no chão. Só sobraram eu e outro ladrão. Atiramos na mesma hora um no outro.
Eu acertei o coração dele. Ele,acertou a minha nuca. Estava correndo risco muito grande de morte. Os clientes do banco chamaram a ambulância. Levaram-me para o hospital, perdi muito sangue, precisei recompor todo o sangue que tinha perdido.
Meu sangue era um dos mais raros. Só havia uma pessoa com esse sangue que podia doar naquele momento. Um dos ladrões em quem eu tinha atirado.
Eu estava com a minha vida recuperada, mas as vidas dos ladrões todas perdidas. Nunca pensei que eu ia sentir pena de um ladrão. Em um momento, ele quase tirou minha vida e, em outro, ele a salvou.
Fui ao enterro dos ladrões e todos os seus parentes não falaram nada para mim, apenas me olharam com um olhar de tristeza. Mas, não me senti culpado, salvei a vida de várias pessoas que estavam ao meu redor dentro daquele banco.
Até hoje, eu rezo por este ladrão que, por um momento, podia me matar, mas no outro salvou minha vida. Agradeço a Deus pela minha vida, e sempre coloco esta alma em minhas orações. Penso que apesar deste ser humano ter cometido vários erros, ele merecia estar com Deus.

Jorge Paulo - 8° ano / manhã

Textos que misturam ficção e realidade

A história de um grande escritor
Certa noite, no quarto do hotel, Saint-Exupéry teve uma premonição. Previu que seu avião cairia em um lugar distante e lá encontraria um pequeno rapazinho vestido com roupas da realeza, e que nunca mais iria voltar para sua terra natal à França.
Então, teve uma idéia: por que não fazer um livro relatando sua futura experiência? Pegou a sua máquina de escrever e narrou o previsto. Ao terminar o manuscrito e encaminhá-lo para uma gráfica em Nova York, partiu para sua misão sem deixar vestígios. E aconteceu.
Seu livro virou um sucesso de vendas que surpreendeu, pois havia grande semelhança com o ocorrido, e ele nunc voltara.
Os anos se passaram e, finalmente, depois de muitas buscas, encontraram os destroços do avião, mas nada do escritor. O governo francês organizou um comitê para resgatar os restos da máquina e enviá-los para Paris, com o objetivo de construir um memorial para Saint-Exupéry.
Ao chegarem ao litoral de Marselha, os soldados tiveram uma supresa: encontraram um senhor de idade, com cabelos desgrenhados, vestindo farrapos e uma barba que chegara até poucos centímetros do chão. Ao ver aquele grupo de pessoas, o idoso informou:
-Estava esperando por vocês durante todo esse tempo para entregar a carta que Saint-Exupéry fez para vocês há 60 anos atrás.
“Já deve ter passado muitos anos desde que escrevi esta carta. Quero lhes dizer que nada foi por acaso. Escrevi o livro porque sabia que tudo isso iria acontecer. Então, entreguei ao meu querido amigo que veio do asteróide B 612, e que agora já deve ser um senhor de idade.”
Eles ficaram supresos ao ver o que tinha acontecido. De repente, uma revoada de pássaros carregou aquele senhor e o levou em direção ao céu.
Todos, muito confusos, perceberam então que o velhinho era o pequeno príncipe de outrora.
Ana Beatriz T. F. de Lacerda - 6° ano manhã
Surfando nas águas de chuva

Depois de um dia inteiro de chuva, a rua Ruy Barbosa, no bairro da Torre, ficou alagada. A chuva foi tão forte que causou ondas de até 3 metros de altura.
Com criatividade, dois surfistas fizeram um pequeno campeonato de surf no qual qualquer pessoa da comunidade podia participar.
No primeiro dia do campeonato as ondas estavam muito fracas. Foi então que os organizadores do evento deixaram o campeonato para outro dia, pois estava previsto mais chuva no local.
No dia seguinte, as ondas estavam altas e ótimas para surfar. Foi aí que entrou em cena um Jacaré de Papo Amarelo gigante, que saiu atacando todos os participantes do campeonato. Os organizadores não foram atacados porque estavam em cima de uma casa narrando o evento.
No hospital, três pessoas morreram por causa do ataque e duas ficaram sem uma das pernas.
Depois desse episódio, o bairro da Torre nunca mais foi o mesmo, pois é sempre lembrado como o bairro dos surfistas, mesmo estando longe da praia.


Luciano Roque da Silva Filho.
6º ano tarde.

O Pequeno Príncipe

A aluna Ana Laura, 6° ano - manhã criou esta narrativa que mistura fatos reais e fictícios envolvendo o misterioso desaparecimento do escritor Saint-Exupery, cuja obra mais famosa é O Pequeno Príncipe. Ficou muito bom!
O desaparecimento quase planejado
Era uma vez um autor de contos chamado Saint Exupéry. Escrevia textos ficcionais e com seu talento escreveu um livro que é, até hoje, é muito famoso: O Pequeno Príncipe.
O livro já estava pronto, mas ainda não havia sido publicado, pois Saint Exupéry tinha um plano: desaparecer do mapa. Este seria um acontecimento semelhante ao do livro e a sua história de vida seria inesquecével, pois seu sonho era que todas as pessoas dessem muito valor ao que ele estava escrevendo, não importando as idades. Apenas queria que seu desaparecimento fosse conhecido. Então, após entregar o manuscrito do seu livro à edotora, partiu sem deixar pistas.
Enquanto estava pilotando seu avião, viu uma ilha sem habitantes. Havia apenas o cheiro puro do ar, da natureza e animais dóceis passando por lá. Decidiu pousar seu avião, mas uma tempestade desabou repentinamente dos céus escuros e ele, infelizmente, caiu.
Ao acordar, percebeu que estava na ilha. Levantou vagarosamente, ficou observando o ambiente e decidiu dar um nome àquele paraíso. A ilha se chamaria ''O Pequeno Príncipe'' para que ele não se esquecesse do seu livro que havia entregue para ser publicado. Pensou por um instante e resolveu escrever o nome da ilha em um tronco de palmeira para não se esquecer.
Ao perceber que estava anoitecendo, providenciou, urgentemente, um abrigo com os restos das coisas que sobraram do avião.
Sessenta anos depois do seu desaparecimento, uma equipe do exército estava à procura de pelo menos uma calça dele, mas avistaram uma coisa bem melhor, os destroços do avião. Claro que não era mais possível Saint Exupéry estar lá, pois já fazia muito tempo.
Hoje, os destroços do seu avião estão em um museu de Paris e existe uma edição do livro O Pequeno Principe com com 2,10 m de altura e 3,08m de largura, o maior do mundo.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Charges e Quadrinhos

Clique sobre a imagem para ampliar a visualização:
O descuido da crise: Victor Chaves, 7° manhã


Atchu: Yasmin 6° tarde

A forca: Viviane 6° tarde

A turma do Líder: Kelvin 6° ano - manhã
Discurso do presidente: Rhamon 7° tarde

Colar de serpente: Jayane 7° tarde


Marolinha?: José Leoberto 7° tarde

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Poesia para todos!

Pessoal, vocês se lembram do Leonardo Barbosa?
Ele esteve em nossa escola Há alguns dias, divulgando seu livro de poesias "Lembrança Perseverante".
Gentilmente, ele nos enviou os poemas que ele recitou nas salas.
Confiram abaixo!
Ah, quem quiser adquirir o livro dele, que só custa 10 reais, pode entrar em contato diretamente com ele pelo e-mail:
leonardo_g.b@hotmail.com e comprar o livro com direito à autógrafo e dedicatória!
Até breve!

Tontas palavras
As palavras no papel caem
Caem tontamente e rápidas
Minha mente trabalha instantaneamente
E a generalização é conseqüente
Casualmente a inspiração bate e quebra
As minhas mãos são meu coração
E inspiro e expiro a essência da emoção
O poeta faz da tristeza uma canção
Fizeram-se os olhos minha alma
Fecham-se as ondas da alvorada
Disse-me: da vida faço uma namorada
Afinal de tudo um pouco me faltava.
Néctar labial
Primeiro beijo é boca descontrolada
É a língua tatuada
Lábios desconhecidos se apresentando
É partida de uma faísca esquentando
O primeiro beijo tem que se lambuzar
Sugar o néctar voluptuoso do outro
Fechar o olho e sentir o molho
É fazer mergulho no primeiro e noutro afogar.




Invencionice
Amor é invencionice de desocupado
É criar o já criado
É fazer da noite fria a noite quente
É transformar gente tímida em eloqüente
Amor faz o obsoleto ser inédito
Tem poder da mudança dantesca
Faz-se o fracassado ganhar mérito
Consegue a façanha pequena – gigantesca-
Amor é o de novo,novo
Amar é ter coração como diário
Amar não é só martírio
É ver o seu amor no rosto do povo.





Árvore versus...
A árvore chorosa dizia ao cabo do machado:
- não me cortes não, sou parte de ti odiado
A árvore gritava ao caçador
Agora estás a tirar de mim o que nós somos
A árvore derrama o leite próprio
Cujo serviria ao homem “sóbrio”
Porém a grana fala maior que a grama
E o solo depois dirá: ela não era insana
A árvore, não há árvore mais
Ar de árvore perde-se cada vez mais
Papel para sujar rua tem-se cada vez mais
E as nossas florestas temos cada vez menos.




Flor campestre
A saudade é nua que só a amada veste
Com manto de amor frio jamais tiveste
A vista do fogaréu engrandece ego
Queria ter-te eternamente nunca nego-te
Aquela menina cativa ativa-me
A mesma que é moradia minha
Nem em um campo de flores
Fores encontrar garota tão singular
Hei, ela há de me matar
Deliciosamente há de me deliciar
Com o deleite do seio dela
Com estimável ousadia bela.
Teu corpo alegrativo senhora
Teus olhos profundamente misteriosos
Tua boca esconde receitas
Que sempre, donzela, serão, aceitas.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Crônica: 1° de Abril

1° de abril

Nem me lembrava deste dia de pegadinhas. Acordei e fiz o ritual de todos os dias. Aí, vem minha mãe com a famosa pegadinha do 1° de Abril:
-Rhenan, você nem sabe o que aconteceu: o Fred (meu animal de estimação) morreu!
Com todo o nervosismo e preocupação fui correndo ver se realmente era verdade. E lá vem minha mãe falando "1° de Abril". Pareceu um meteoro caindo em mim e, depois, voltando à órbita normal.
Na escola, também havia pessoas com essas piadinhas do famoso dia 1°. O pior é que eu já tinha passado por uma grande experiência e já estava na defensiva. O grande fenômeno foi que quando os professores falavam algo meio estranho eu já achava que era pura mentira. Resumindo, tudo foi um dia de micos!
Rhenan Carvalho 8° ano - tarde

terça-feira, 14 de abril de 2009

Líder em redações

A redação da aluna Ariane Marina de Albuquerque Teixeria, 9° ano, foi classificada como a melhor redação do estado da Paraíba no CONCURSO INTERNACIONAL DE REDAÇÃO DE CARTAS, promovido pelos Correios, com o tema : "Escreva uma carta a alguém para explicar-lhe como condições de trabalho decentes podem levar a uma vida melhor".
Para nós, família Líder, é motivo de muito orgulho e agora, estamos torcendo por nossa represente na fase nacional desse importante concurso.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Reforma ortográfica em charges

Galera do sétimo ano:

Enquanto estudamos, em sala, as características desse gênero de texto, espero colocar aqui no blog, em breve, as produções de vocês.

Por enquanto, selecionei algumas charges com o tema "Reforma ortográfica".
Divirtam-se!


No consultório ortográfico... retira-se tremas!



Com tanta coisa pra se reformar...



Coitado do trema!!!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Crônicas

Para as turmas do 8° ano: O Lixo!

Assitam ao vídeo. É massa!
O texto será entregue na próxima aula.
Preciso de voluntários para a encenação... Quem será?!
Bjs e até a próxima aula!



O lixo

Encontram-se na área de serviço. Cada um com seu pacote de lixo. É a primeira vez que se falam.
- Bom dia...
- Bom dia.
- A senhora é do 610.
- E o senhor do 612
- É.
- Eu ainda não lhe conhecia pessoalmente...
- Pois é...
- Desculpe a minha indiscrição, mas tenho visto o seu lixo...
- O meu quê?
- O seu lixo.
- Ah...
- Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...
- Na verdade sou só eu.
- Mmmm. Notei também que o senhor usa muito comida em lata.
- É que eu tenho que fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...
- Entendo.
- A senhora também...
- Me chame de você.
- Você também perdoe a minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos de comida em seu lixo. Champignons, coisas assim...
- É que eu gosto muito de cozinhar. Fazer pratos diferentes. Mas, como moro sozinha, às vezes sobra...
- A senhora... Você não tem família?
- Tenho, mas não aqui.
- No Espírito Santo.
- Como é que você sabe?
- Vejo uns envelopes no seu lixo. Do Espírito Santo.
- É. Mamãe escreve todas as semanas.
- Ela é professora?
- Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?
- Pela letra no envelope. Achei que era letra de professora.
- O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.
- Pois é...
- No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.
- É.
- Más notícias?
- Meu pai. Morreu.
- Sinto muito.
- Ele já estava bem velhinho. Lá no Sul. Há tempos não nos víamos.
- Foi por isso que você recomeçou a fumar?
- Como é que você sabe?
- De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadas no seu lixo.
- É verdade. Mas consegui parar outra vez.
- Eu, graças a Deus, nunca fumei.
- Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimido no seu lixo...
- Tranqüilizantes. Foi uma fase. Já passou.
- Você brigou com o namorado, certo?
- Isso você também descobriu no lixo?
- Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho, jogado fora. Depois, muito lenço de papel.
- É, chorei bastante, mas já passou.
- Mas hoje ainda tem uns lencinhos...
- É que eu estou com um pouco de coriza.
- Ah.
- Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.
- É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.
- Namorada?
- Não.
- Mas há uns dias tinha uma fotografia de mulher no seu lixo. Até bonitinha.
- Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.
- Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo, você quer que ela volte.
- Você já está analisando o meu lixo!
- Não posso negar que o seu lixo me interessou.
- Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la. Acho que foi a poesia.
- Não! Você viu meus poemas?
- Vi e gostei muito.
- Mas são muito ruins!
- Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.
- Se eu soubesse que você ia ler...
- Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, não sei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?
- Acho que não. Lixo é domínio público.
- Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social. Será isso?
- Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que...
- Ontem, no seu lixo...
- O quê?
- Me enganei, ou eram cascas de camarão?
- Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.
- Eu adoro camarão.
- Descasquei, mas ainda não comi. Quem sabe a gente pode...
- Jantar juntos?
- É.
- Não quero dar trabalho.
- Trabalho nenhum.
- Vai sujar a sua cozinha?
- Nada. Num instante se limpa tudo e põe os restos fora.
- No seu lixo ou no meu?

Este texto está no livro O analista de Bagé.

Histórias em quadrinhos

Olá, galerinha do 6° ano!

Enquanto estudamos as características das HQ, entrem no site abaixo que tem umas dicas muito legais de como fazer uma história em quadrinhos.

http://www.divertudo.com.br/quadrinhos/quadrinhos.html

Espero que vocês fiquem inspirados e divirtam-se produzindo suas próprias histórias!

As melhores tirinhas vão aparecer aqui no blog.

Beijos e queijos!

terça-feira, 17 de março de 2009

Reunião de pais

Olá, queridos pais e/ou responsáveis:

A introdução das aulas de Redação para o Ensino Fundamental II, desde o ano passado, representou um grande salto nas produções textuais de nossos alunos.

O blog é uma espécie de extensão das aulas de Redação, sempre contendo informações a mais sobre os conteúdos trabalhados em sala de aula, de maneira atraente, dinâmica e moderna. Também é o espaço permanente de exposição das melhores produções de cada classe.

Ainda como estímulo para as produções textuais, temos participado de vários concursos de redação. O primeiro deste ano é o CONCURSO INTERNACIONAL DE REDAÇÃO DE CARTAS, promovido pelos Correios, com o tema : "Escreva uma carta a alguém para explicar-lhe como condições de trabalho decentes podem levar a uma vida melhor".

Espero que todos os alunos sintam-se motivados a participar, independentemente dos resultados.

Coloco-me à disposição para qualquer esclarecimento, pessoalmente ou por e-mail:
reginaclaudialima@gmail.com.

Abçs e até logo!

Prof Regina

sexta-feira, 13 de março de 2009

Poesia contemporânea

Quero indicar a todos o endereço de blog http://poemargens.blogspot.com/.

Trata-se de José Antônio Cavalcanti, professor e poeta carioca que divulga seus poemas pela internet.

Observem seus versos livres e temáticas interessantes.

Ler é prazer!!!

Abçs

terça-feira, 10 de março de 2009

Dia da poesia

Dia 14 de março é comemorado o dia nacional da poesia.

Faremos em nossa escola um sarau em comemoração a esta data no dia 27 de março.

Haverá dança, música instrumental, teatro e recitação de poemas de autores consagrados e também dos nossos poetas da casa.

Conto com a participação de todos.

Bjs

Poesia é...

brincar com as palavras

como se brinca com bola, papagaio, pião.

Só que bola, papagaio, pião

de tanto brincar se gastam.

As palavras não:

Quanto mais se brinca com elas,

mais novas ficam.

Como a água do rio

que é água sempre nova.

Como cada dia que é sempre um novo dia.

Vamos brincar de poesia?


José Paulo Paes

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Crise de risos: Entrevista



O vídeo abaixo é uma lição sobre o que NÃO se deve fazer em uma entrevista.



Outras dicas importantes:

1. Montem uma equipe de reportagem com três ou quatro colegas. Pesquisar o assunto e o entrevistado é a primeira regra para uma entrevista inteligente. Mesmo com um rascunho dos assuntos a serem abordados em mãos, o entrevistador deve estar preparado para fazer novas perguntas, caso as respostas forcem a isso.“O repórter tem o dever de ser cortês, mas isso não proíbe que seja insistente até que toda a sua legítima curiosidade esteja satisfeita”.GARCIA, L. Manual de redação e estilo. São Paulo: Globo, 1993.


2. Cheguem a um consenso sobre quem será o entrevistado. Considerem a importância do que ele tem a dizer, o interesse do público, a acessibilidade a ele.


3. Combinem com o entrevistado o lugar e a hora em que a entrevista acontecerá. Procure saber também quanto tempo vocês terão para a entrevista.


4. Elaborem um rascunho com os temas e os subtemas que poderão ser abordados. Se preferirem, podem enunciá-los em forma de perguntas.


5. Consigam um gravador e uma câmera fotográfica. Levem também um caderno para fazer anotações. Peçam permissão para usar o gravador.


6. Lembrem-se de que vocês podem fazer perguntas diretas e incisivas sem que o clima de cordialidade da conversa seja prejudicado.


7. Transcrevam a entrevista tal como ela foi concedida.


8. Depois da transcrição, comecem a edição do material. Para isso, vocês deverão selecionar e reorganizar alguns pares de perguntas e respostas. Escrevam um rascunho da entrevista editada e incluam um título, um subtítulo, uma citação do entrevistado, frases destacadas e fotos. Prepare uma breve síntese de apresentação do entrevistado e dos tratados na entrevista que será incorporado ao se iniciar o texto. Utilizem os dados que obtiveram sobre o entrevistado enquanto preparavam a entrevista .


9. Passem a limpo a entrevista editada. Revisem a ortografia com a ajuda de um dicionário, observem se usaram adequadamente os sinais de pontuação.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Pequena história do carnaval

Segundo definição genérica, o carnaval é uma festa popular coletiva, que foi transmitida oralmente através dos séculos, como herança das festas pagãs. Na verdade, não se sabe ao certo qual a origem do carnaval, assim como a origem do nome, que continua sendo polêmica.

Alguns estudiosos afirmam que a comemoração do carnaval tem suas raízes em alguma festa primitiva, de caráter orgíaco, realizada em honra do ressurgimento da primavera. De fato, em certos rituais agrários da Antigüidade, 10 mil anos A.C., homens e mulheres pintavam seus rostos e corpos, deixando-se enlevar pela dança, pela festa e pela embriaguez.

No início da Era Cristã, a igreja deu nova orientação a essas festividades, punindo severamente os abusos. Entretanto, se o Catolicismo não adotou o carnaval, suportou-o com certa tolerância, já que a fixação do período momesco gira em torno de datas predeterminadas pela própria igreja. Tudo indica que foi nesse período que se deu a anexação ao calendário religioso, pois o carnaval antecede a Quaresma. É uma festa de características pagãs que termina em penitência, na dor de quarta-feira de Cinzas.

fonte: br.geocities.com/biografiaschiado/HistoriaCuriosidades/HistoriadoCarnaval/historiadocarnaval.htm

E para você, o que representa o carnaval? Faça seu comentário!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Bem-vindos!

Olá, pessoal!

Sejam todos bem-vindos (que continua com hífen!) ao nosso blog de redação!

Suas sugestões, criações e inquietações são valiosas e, por isso, merecem toda atenção.

Nesta semana, vimos as principais normas para uma boa redação. Mas, se você não achou suficiente, abaixo segue uma bem-humorada lista de dicas "infalíveis" para sua redação ficar nota dez.

Não deixe de rir com o vídeo sobre os pleonasmos.

Até a próxima!

Trinta dicas "infalíveis" para escrever bem:

1. Evite ao máx. a utiliz. de abrev. etc.

2. É desnecessário empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.

3. Anule aliterações altamente abusivas.

4. não esqueça as maiúsculas no início das frases.

5. Evite lugares-comuns assim como o diabo foge da cruz.

6. "Não esqueça das maiúsculas", como já dizia carlos machado, meu professor lá do colégio santa ifigênia, em salvador, bahia.

7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.

8. Evite o emprego de gíria, tipo assim... mesmo que pareça maneiro, sacou?? Aí seu texto fica mara!

9. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto em que a palavra se encontra repetida.

10. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu:
"Quem cita os outros não tem idéias próprias".

11. Frases incompletas podem causar

12. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes;
isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou, por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.

13. Seja específico, quer dizer, mais ou menos, ou não.

14. Frases com apenas uma palavra?
Nunca!

15. A voz passiva deve ser evitada.

16. Utilize a pontuação corretamente especialmente o ponto e a vírgula pois a frase poderá ficar sem sentido será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação

17. Quem precisa de perguntas retóricas?

18. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.

19. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.

20. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá-las-ei!"

21. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

22. Não abuse das exclamações! Nunca!!! O texto fica horrível!!!!!

23. Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão
das idéias nelas contidas e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, dessa forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.

24. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza.

25. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai
estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando em não estar falando dessa maneira irritante.

26. Outra barbaridade que tu deves evitar chê, é usar muitas expressões que
acabem por denunciar a região onde tu moras... nada de mandar esse trem...
vixi... entendeu, bichinho?

27. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá agüentar,
já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar.





quarta-feira, 14 de janeiro de 2009